terça-feira, abril 03, 2007

Glossário Teatral: letra F



FÁBULA - Conjunto de factos que constituem o elemento narrativo de uma obra. Um dos seis elementos da tragédia ,segundo Aristóteles, com os caracteres, o canto, a elocução, o pensamento e o espectáculo.

FALA – Enunciado com que uma personagem se dirige ou responde a outra. Também chamado réplica.

FARSA – Peça de teatro que visa sobretudo provocar a gargalhada do público, por meio de disparates e duplos sentidos, com personagens tipicamente caricaturais.

FATALIDADE – Força sobrenatural pela qual tudo o que acontece (sobretudo desagradável) é predestinado e determina todos os acontecimentos de uma maneira inevitável. A fatalidade é o motor da tragédia grega.

FICÇÃO – OForma do discurso que faz referencia a um universo conhecido. Mas através de pessoas e eventos imaginários.

FIGURA – O corpo do actor.

FIGURAÇÃO – O conjunto dos figurantes de um espectáculo; o trabalho realizado por eles em cena.

FIGURANTE – Actor ou actriz cuja participação num espectáculo consiste exclusivamente em fazer número, preenchendo cenas de conjunto.

FIGURINISTA – Aquele que cria e projecta os trajes (figurinos) e complementos usados em cena pelos actores e figurantes, indicando os materiais a serem usados na sua confecção, acompanha e supervisiona a sua execução.

FOCALIZAÇÃO – Acção de pôr em evidência, de fazer convergir num determinado ponto.

FORA DO TEXTO – Termo para designar o contexto e intertexto.

FOSSO DE ORQUESTRA - O espaço rebaixado entre a plateia e o palco, onde se instala a orquestra.

FUNDINHO – Engradado que tapa a abertura de uma porta ou janela.

FRESNELL- Estrutura Projector cujo poder de iluminar é aumentado por uma lente graduada.

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terça-feira, fevereiro 20, 2007

Glossário Teatral: letra E



EFEITO DE DESTAQUE - Pôr em primeiro plano um fenómeno fazendo realçar a estrutura artística da mensagem.

ELENCO – Conjunto dos actores de uma companhia ou de uma peça de teatro.

ENGRADAR – Fazer uma armação com sarrafos de madeira em que fica esticado um pano, uma tela ou um papel pintado, vindo a constituir um elemento de cenário rígido e passível de ser transportado e manobrado, chamado engradado.

ENCENAÇÃO – A concepção geral do espectáculo.

ENCENADOR – O que concebe, orienta e dirige toda a encenação.

ENGOLIR – Quando se sobem para a teia as cortinas ou o cenário. Diz-se que são engolidas no urdimento.

ENSAIAR – Levantar, repetir ou apurar uma cena com os actores; acertar os efeitos técnicos com a representação dos actores.

ENSAIO GERAL – Ensaio, geralmente o último antes da estreia, que deverá decorrer como se fosse espectáculo.

ENSARILHAR – Prender com um sarilho duas ilhargas. Também se diz coser.

ÉPICO – Diz-se de uma fábula tirada da vida dos homens, é engrandecida e tratada de tal maneira, nomeadamente por ajustes ideológicos, que é impossível para o espectador de se identificar com o herói ou com a situação.

EPÍLOGO – Discurso recitativo no fim de uma peça.

EPISÓDIOS - Capítulos da tragédia grega entre o prólogo e o êxodo e entre as intervenções cantadas e dançadas do coro.

ESCORA – Pedaço de madeira ou de ferro que se prega ao chão e na armação da ilharga, a fim de mantê-la na posição pré-determinada.

ESCRITA DRAMÁTICA - Estrutura literária que se funda sobre alguns princípios dramaturgicos: separação de papéis, diálogos, tensão dramática, acção dos personagens.

ESCRITA CÉNICA – Maneira de utilizar o aparelho teatral para pôr em cena os personagens, o lugar e a acção que se desenrolam.

ESCURO – Black-out.

ESPAÇO DRAMÁTICO – Construção imaginária, pelo leitor e espectador, da estrutura espacial de um drama.

ESPAÇO CÉNICO – Espaço proposto sobre a “cena” pelo cenógrafo e seus colaboradores.

ESPECTÁCULO – aquilo que se oferece ao olhar (performance ou representação). Um dos seis elementos da tragédia de Aristóteles.

ESQUERDA – Diz-se da parte do palco que fica para o lado esquerdo do espectador, portanto, para o lado direito do actor.

ESTÉTICA – Filosofia do belo. O seu objecto é o bom e a verdade. Estudo que se dedica a definir os critérios de julgamento em matéria de poesia e arte.

ESTREIA – Primeira apresentação de um espectáculo ao público.

ESTROBOSCÓPIO – Equipamento de luz que produz uma sucessão muito rápida de focos de luz muito brilhantes.

ÊXODO – Canto coral de saída.

EXPOSIÇÃO – Informações fornecidas nas primeiras cenas para permitir quea situação evolua e a acção desenvolva.

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Glossário Teatral: letra D



DEIXA – Palavra ou grupo de palavras que marca o fim da fala de um actor, ocasião em que outro actor pode começar a falar, ou que serve como sinal ao pessoal técnico para a prevenção e ou execução de um efeito.

DESENHO DE LUZ – Planta que mostra a disposição de todos os projectores, a sua orientação e a zona que iluminam em cena.

DIAFRAGMA – Dispositivo que permite reduzir ou ampliar o foco de um projector.DIÁLOGO – Conversa entre dois personagens. Encaixe de palavras trocadas pelas personagens de uma peça de teatro.

DIALOGISMO – caracter dialogado de um texto não teatral (ex: processo verbal de um interrogatório, troca de palavras numa récita, etc) Num sentido largo, o termo designa a estrutura de toda a ficção fundada sobre um conflito entre duas polaridades.

DIDASCAL – Nome dado na Grécia àquele que ensinava uma arte, nomeadamente a arte dramática.

DIDASCÁLIA – Anotação do autor que dá indicações para a execução cénica, para melhor compreensão do texto.

DIEGESE – Imitação de um evento em palavras, que contam uma história sem representação dos personagens.

DIGRESSÃO – Tournée.

DIREITA – Diz-se da parte do palco que fica para o lado direito do espectador, portanto, para o lado esquerdo do actor.

DIRECTOR DE CENA – Aquele que se encarrega da disciplina e andamento do espectáculo durante a representação; estabelece e faz cumprir os horários; elabora as tabelas de serviço de acordo com as indicações dos sectores artístico e técnico.

DISTANCIAÇÃO – Efeito teatral pelo qual o actor ou o encenador tentam evitar a identificação a um personagem ou a uma situação em particular. Efeito obtido por diversos processos de recuo, como “dirigir-se ao público”, a fabula épica, utilização de gestos sociais, as canções, técnicas de luz, etc.

DISTRIBUIÇÃO – Repartição dos papéis.

DITHYRAMBO – Cântico lírico à glória de Dionisios donde nasceu a tragédia.

DOCUDRAMA – (teatro documental) peça que utiliza por texto documentos autênticos sobre determinado evento.

DRAMA – Peça de teatro de assunto sério (meio termo entre a comédia e a tragédia).

DRAMATICIDADE – Caracter do que é dramático; qualidade de um texto, de um espaço ou de um acontecimento que são susceptíveis de se porem em cena.

DRAMATIS PERSONAE – Personagens ou protagonistas cujos nomes figuram no genérico de uma peça.

DRAMATURGIA – Conjunto de processos de análise ao texto teatral e à sua passagem à cena e ao público.

DRAMATURGISTA – Especialista de dramaturgia. Muitas vezes assistente do encenador, está encarregado de diversas questões relativas ao texto (reportório, adaptação de peças, redacção, documentação...). Dizemos geralmente que é um conselheiro dramatúrgico.

DRAMATURGO – Autor de um texto dramático.

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terça-feira, janeiro 02, 2007

Glossário Teatral: letra C



CABO DE VARANDA – Aquele que coordena os movimentos de varanda. Actualmente essa coordenação é feita a partir da régie.

CACHET – Palavra francesa que significa literalmente “salário de artista”.

CAIMENTO – Ângulo de inclinação do chão do palco ou da plateia.

CAIXA DO PALCO – Parte do teatro, para trás da boca de cena, compreendendo a teia, o urdimento, as varandas, o palco e o sub-palco.

CAIXA DO PONTO – Espécie de caixa ou cúpula, no centro do chão do proscénio onde o ponto exerce a sua função. Também tem o nome de cúpula do ponto. Nos palcos onde a caixa do ponto não existe, o ponto trabalha entre bastidores.

CAMARIM – Sala que serve de vestiário e onde se preparam e maquilham os actores para irem para cena. Poderá ser improvisado um camarim em bastidores para mudanças rápidas que é chamado camarim de palco.

CANEVAS - Resumo ou “cenário” de uma peça para as improvisações de actores, em particular os da Comedia dell’arte.

CARÁCTER - Traço próprio a uma pessoa que a permite distinguir dos outros. Conjunto de traços físicos, psicológicos e morais de um personagem. Pessoa ou personagem considerada na sua individualidade, originalidade, nas suas qualidades morais. Os caracteres constituem, segundo Ariosto, um dos seis elementos da tragédia, com o canto, elocução(estilo do discurso), a fábula, o pensamento e o espectáculo.

CARDA – Tacha.

CARNAVALISAÇÃO - Transformação espectacular de um evento por um reverso total de situações habituais, do sério para o cómico.

CASTIGO – Erguer um pano ou um telão não só pela vara por onde está suspenso, mas também pela do fundo, com seis cordas, obrigando-o a dobrar ao meio.

CATASTROFE - Da tragédia grega, última das quatro partes da obra, onde o herói recebe a sua punição, geralmente funesta.

CATHARSIS - Efeito de purgação das paixões produzido sobre os espectadores numa representação dramática não distanciada.

CANTO - Do teatro grego, termo para designar o texto poético de coro. No teatro de Brecht aplicava-se também o canto embora com intenção parcialmente diferente.

CENA – São múltiplos os significados desta palavra. Uma é o palco. Estar em cena é estar a representar ou a ensaiar dentro da área de representação. Cena pintada ou construída, é o cenário. Dar e tomar cena é deixar lugar ou ocupar o espaço livre do palco durante a representação. Uma cena é o momento de acção em que “estão em cena” os mesmos actores.

CENÁRIO – Conjunto de elementos que decoram e delimitam o espaço cénico.

CENOGRAFIA – Arte da organização do espaço teatral. Conjunto de elementos (tela pintadas, praticáveis, mobiliário...) que determinam este espaço.

CENÓGRAFO – Aquele que cria, projecta e supervisiona a realização e montagem de todos os espaços necessários à cena, incluindo a programação cronológica dos cenários; determina os materiais necessários; dirige a preparação, a montagem e a desmontagem das diversas unidades do cenário.

CENTRO – Diz-se da parte do palco equidistante das laterais.

CHASSIS – Armação onde se encaixam os filtros de cor dos projectores.

CICLORAMA – Fundo fixo em forma de “U” aberto e que é colocado ao fundo do palco, geralmente de cor neutra (branco, azul-celeste ou cinzento claro).

COMÉDIA - Acção cénica que provoca o riso pela situação das personagens ou pela utilização de trejeitos e dos caracteres, cujo desfecho é feliz.

COMÉDIA MUSICAL- Comédia ou intriga, pouco restrita, que serve de pretexto a uma série de canções e de danças. Um bom exemplo é a comédia musical “Hair” composta em 1967.

COMÉDIA DELL’ARTE - Género de comédia na qual, o “scenário” ou “canevas” servia apenas de regra para a improvisação dos actores. Este género existiu entre os séculos XVI a XVIII ,iniciou-se em Veneza ,em Itália e estendeu-se por toda a Europa.

COMPARSA – Diz-se do actor que desempenha papéis de pouca importância, geralmente sem falas. Actualmente usa-se mais o termo figurante.

COMPRIDA – A corda que suspende da teia cada vara, pela sua ponta mais distante da varanda. A corda que suspende da teia cada vara, pela sua parte mais próxima da varanda chama-se curta.

CONOTAÇÃO - Conjunto de valores subjectivos variáveis de uma palavra.

CONSOLA - Aparelho de controle das luzes e do som

CONTEXTO - Conjunto de circunstâncias que rodeiam a emissão do texto linguístico e/ ou da sua representação, circunstâncias que facilitam ou permitem a sua compreensão.

CONTRAPONTO - Série de linhas temáticas ou de intrigas paralelas que se correspondem num princípio de contraste.

CONTRA-REGRA – Aquele que executa as tarefas de colocação dos objectos de cena e decoração; zela pela sua manutenção, solicitando às equipas técnicas as reparações necessárias; dá os sinais para início e continuação do espectáculo; é encarregado de dar sinais às diversas equipas técnicas para a prevenção e execução de efeitos (luz, som, mecânica de cena, manobras de varanda, entre outros). Também é conhecido pelo termo francês régisseur.

CONVENÇÃO TEATRAL - Conjunto de pressupostos ideológicos e estéticos, explícitos ou não, que permitem ao publico receber correctamente a peça; por exemplo: a Quarta parede do palco, os apartes dos actores , o uso de um coro, o uso de objectos com outras funções; o próprio palco como espaço de ficção.

COREOGRAFIA - termo, vindo do teatro grego que designava a arte de dirigir os coros, utilizada depois no começo do século XVIII , para designar a arte de compor as danças e de regular as figuras e os passos. Hoje em dia utiliza-se este termo para designar a encenação do teatro gestual e mesmo do ballet.

CORIFEU - Chefe do coro, no teatro grego.

CORO - Grupo ou grupos alternados- encarregados de intervir colectivamente, por meio do canto, da dança e o recitativo, dentro do “quadro” de um ritual ou de um espectáculo. No teatro grego, a intervenção dos coreutas, dirigido por um corifeu, dá-se o nome de “Choreia”.

CORTINA DE FERRO – Cortina de metal que separa o palco da plateia em caso de incêndio. Também se chama pano de ferro.

COSER – Ensarilhar.

COXIAS – Partes do palco, aos lados e fundo de cena, ocultas à visão do público.

CRUZAR – Mudança de posição que obriga a passar inferior ou superior a outra figura.

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segunda-feira, dezembro 18, 2006

Glossário Teatral: letra B



BAIXA – Diz-se da parte do palco mais próxima da boca de cena.

BAMBOLINA – Faixa de pano, geralmente flanela preta, que une na parte superior as pernas dos rompimentos. A bambolina régia é suspensa imediatamente atrás do quadro do proscénio, regulando a altura da boca de cena.

BANDA SONORA – Diz-se do alinhamento de sons apresentados num espectáculo.

BARROCO - Diz-se de um estilo caracterizado pela liberdade de formas e a profusão de ornamentos.

BASTIDORES – Coxias.

BENGALA – Acção ou fala que o actor constrói para se apoiar na interpretação.

BLACK-OUT – Expressão inglesa que designa o escuro total, no palco e na sala.

BOCA DE CENA – A abertura de cena regulada pela bambolina régia na altura e pelos reguladores na largura.

BRANCA – “Ter uma branca”. Lapso de memória de um actor.

BUCHA – Palavra ou frase improvisada, geralmente espirituosa, que o actor insere nas suas falas.

BURLESCO - forma cómica exagerada e de paródia, empregando expressões triviais para travestir personagens e situações heróicas; a epopeia burlesca aparece em França no século XVIII. No seculo XX, o burlesco encontra a sua prefeita expressão em certos filmes cómicos (ex:Charlie Chaplin, Buster Keaton) e nos espectáculos de “music-hall”.

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domingo, dezembro 10, 2006

Glossário Teatral: letra A



ABERTURA DO PANO – Momento em que se abre ou levanta o pano de boca.

ACÇÃO – Conjunto do que se faz em cena, no decorrer do espectáculo.

ACTO – Cada uma das partes principais em que se divide uma peça de teatro.

ACTOR / ACTRIZ – Artista que cria, interpreta e representa uma acção dramática, baseando-se em textos, em estímulos visuais, sonoros ou outros.

ACÚSTICA – Conjunto de factores que dão uma boa (ou má) percepção dos efeitos sonoros e especialmente das falas dos actores.

ADERECISTA – Aquele que fabrica os adereços.

ADEREÇOS – Objectos que fazem parte da cenografia (adereços de cena), são transportados pelo actor (adereços do actor) ou são previamente postos em cena a fim de serem usados pelos personagens (adereços de representação).

ADVERTÊNCIA - texto marginal do autor dramático quando se dirige ao leitor para o advertir das suas intenções, para precisar as circunstâncias do seu trabalho, analisar a sua obra.

AFINAR – Acertar as cortinas, bambolinas e telões de forma a que a sua base fique paralela ao chão do palco.

AFINAR LUZES – Depois de dispostos os projectores, dar-lhes o ângulo e a abertura adequados à iluminação pretendida.

AFORISMO - Fórmula resumida que define um saber científico ou moral.

AGRADECIMENTOS – Marcação feita pelo encenador segundo a qual os actores, no final do espectáculo, vêm receber os aplausos do público.

AGON - termo da Comédia antiga (Aristófanes)para designar o diálogo central de um conflito entre inimigos. Hoje o termo é mais lato referindo-se ao ponto central de uma história ,ao coração de um drama.

ALÇAPÃO – Abertura no chão do palco, obtida pela remoção de uma quartelada, podendo ou não ser equipado com mecanismo elevador.

ALTA – Diz-se da parte do palco mais próxima do fundo de cena.

AMADOR – Actor não profissional, que trabalha sem remuneração.

AMERICANA – Comprido rectângulo de madeira ou de ferro, de comprimento maior que a boca de cena, e por onde bipartindo-se, correm as cortinas, ou desliza a rotunda.

ANTAGONISTA - Personagem em oposição ou em conflito. O caracter antagonista do universo teatral é um dos princípios essenciais da forma dramática.

ANTI-HERÓI - Personagem principal que não corresponde ás caraxterísticas ou aos valores do herói tradicional.

ANTITEATRO - Termo geral que designa uma dramaturgia e um estilo de jogo dramático que nega todos os princípios da ilusão teatral. O termo aparece nos anos cinquenta , nos começos do teatro do absurdo.

ANTONOMASIA - Figura de estilo que substitui o nome de um personagem por uma perífrase ou por um nome comum que o caracteriza. (O homem da coragem ao vento- D.Quixote)

APARTE - Palavra ou expressão que o actor diz á parte para si, mas de maneira a entender-se no público.

ARGUMENTO - Resumo da história da peça que leva à cena. Pode-se falar igualmente de um argumento de ballet.

ARLEQUINADA – Peça com ou sem palavras que tem o Arlequim por personagem central.

ARQUÉTIPO - Personagem que se assume como modelo mítico do imaginário de um povo Que está acima de um modelo real.

ASAS DO PALCO – Coxias.

ASSONÂNCIA - Repetição do mesmo som, especialmente da vogal acentuada no fim de cada verso (bela e tela).

ATACAR – Prender com um sarilho as ilhargas, de modo a ligá-las totalmente.

ATOCHAR – Pregar o pano de terra ao chão com tachas.

ATTENTE - Atitude de expectativa do público quando actua em antecipação à conclusão e há resolução final dos conflitos.

AUXILIAR DE CAMARIM – Aquela que tem por função ajudar os actores a vestirem a roupa de cena. Também chamada de assistente de camarim.

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